Páginas

domingo, 30 de setembro de 2012

[Crítica] Ted






Com um tema inicial já utilizado em outros filmes, Ted, que antes era um ursinho de pelúcia normal até um milagre natalino acontecer, se torna o melhor amigo do nosso personagem principal, John. Entretanto o filme não continua após esse milagre natalino, após algumas fotos em que vemos John e o pequeno Ted em várias fases de suas vidas, temos nossos dois protagonistas já crescidos e com vocabulários um tanto esculachado.

De Seth MacFarlane (será irmão do criador do Spawn?), criador da animação Family Guy, e isto é um fator importante, pois, neste filme vemos várias marcas da animação, como as referências. Contando com uma gama de referências nerds, como Star Wars, e também cita vários atores e cantores, como Taylor Lautner e Katy Perry, para quem gosta delas, este filme tem de sobra.

Ted não é uma comédia exagerada como paródias um tanto ruins de outros filmes, desde que se obedeça a faixa indicativa do filme. Ted conta com várias situações cômicas, um pouco forçadas mas em medida certa, com as quais tirará várias gargalhadas das pessoas que se interessarem em ir prestigia-lo. Um filme mediano, clichê, porém, criativo, Ted, para mim, tem nota 5,2, de uma ecala 0/10.

sábado, 29 de setembro de 2012

[Review] Megaman X3

                                                    Uma das capas do jogo no Snes

Megaman x3 participou de um grande período na infância de várias pessoas, inclusive a minha, possuindo uma história em que, no contexto infantil da época, poucos se importavam, porém, bastante desenvolvida e com um argumento bem construido. A maioria das crianças costumavam passar as falar e correr para a ação, que consistia em rajadas de pixeis brilhantes, alguns poucos mais desenvolvidos quando o pequeno boneco "chargeava" o seu "basic shot", sua armas basicas para a destruição dos inimigos. Quando pressionava-se Y no joystick do nosso querido super nintendo, o seu bonequinho azul projetava em uma linha paralela ao chão uma rajada pelo seu antebraço (por mais que aparentemente isso seja uma idéia um tanto idiota no período atual, e sem contar com recursos audio-visuais, aquilo enchia tanto os nossos olhos infantis que continuávamos nossa, eufórica, jogatina).

Por mais que este grandioso jogo fosse brilhante, inovador e, o mais importante de tudo, divertido, existia um fator predominante o qual fazia todos nós ficarmos frustrados em alguns momentos: sua dificuldade. Se de um lado temos o protagonista com poderes hi-tech incríveis, do outro temos inimigos tal formidáveis quanto, e com habilidades bem acima da que possuímos no inicio da aventura. A dificuldade não só está nos bosses ou em inimigos que você encontra pelo caminho, mas também em alguns puzzles que, quando bem observados, podem ser achados pelo caminho, como por exemplo alguns corações um tanto rosados que dão um "boost" no "HP" ou "Vida" do seu azulão como também um "subtânio" ou "subtanque" que, quando seus pontos de vida estiverem se esgotando ou o seu medidor de energia, você pode utilizar-los para preencher novamente o que você perdeu. O mais divertido de todos os puzzles com recompensas são com toda certeza as armaduras que são conquistadas pelo caminho. Totalizando quatro partes da armadura (cabeça, braços, pernas e peitoral), nosso amiguinho azul passa a ser customizado cada vez que achamos uma cápsula a qual possui uma breve fala com o doutor criador do X (azulão), e logo após isso uma mini cutcene cheio de luzes e sons bastante característicos, que fazem suar nossos olhos másculos. E, meu amigo, não era nada fácil achar. Se por um acaso do destino você conseguir este jogo para experimentar nos dias de hoje, com toda certeza minha e de qualquer pessoa que explorava todas as fases dificílimas deste incrível passatempo, naquela época, infantil, você irá, com toda certeza MESMO, passar um certo tempo se habituando até chegar o momento em que você finalmente conseguirá conquistar o "password" no final do estágio.
                                                                         
Contando com 8 chefões, retirando dessa soma a fase final e todos os "bosses" que nela está contida, e o mesmo número de fase, que são bastante personalizadas a partir das habilidades e aparência do "boss" que o espera no momento final de cada um dos estágios. Acredito que o chefe mais conhecido deste jogo da série é o Blizzard Buffalo, geralmente o primeiro dos quais serão derrotados por quem jogava, ou joga. Algumas características deste desafio final são suas habilidades com gelo que prendem o nosso azulão para que, após isso, o tal Blizzard Buffalo inicia uma segunda fase de seus ataques, uma investida com chifres mirando justamente em nosso personagem congelado, cuidado!

No geral o jogo é bom, claro que possui os seus defeitos, para os padrões dele. Algo que sempre me decepcionou nesse jogo é o deficit de sets de armaduras que podem ser formados, o jogo conta com apenas um set sem contar o básico, mas esse problema é sanado com um jogo futuro da série. Claro que isso não faz o jogo ficar chato ou repetitivo, já que sempre estamos com algum objetivo diferente quando entramos em um estágio, seja para pegar um coração, "subtank", armadura, ou até para finalizar os dias de glória do boss no final da fase.

O joguinho rendeu a mim e a várias outras pessoas horas de diversão, que de forma nenhuma foram perdidas. Com gráficos de boa qualidade, com cores fortes e tons marcantes, faziam dele um jogo que não irá sair da cabeça dos fãs por um longo, longo tempo. Minha nota para ele, em uma escala de 0 a 10, é 8. Acredito que o jogo, nos padrões dele, atingiu a meta que queria e foi mais além, nos proporcionando um jogo divertido, frustrante, e que faziam todos os que jogavam querer finaliza-lo.